terça-feira, 27 de março de 2012

Nem vitrine de 4 anos a frente do executivo dá vantagem a Fortunati na corrida eleitoral em Porto Alegre.



O que o eleitor a prefeito quer?

Quer que a sua cidade, o seu lugar e ele próprio, sejam valorizados.

O que se pode deduzir do reultado da pesquisa a prefeito de Porto Alegre, é que o cidadão portoalegrense não está contente com a atuação de Fortunati na prefeitura.

Fortunati se elegeu como voce do Fogaça e sobreou como prefeito quando este tentou ser governador do RS em 2010. A administração Fo-Fo (Fogaça-Fortunati) foi desastrosa e cheia de falcatruas (licitações fraudulentas, desvio de recursos, etc) além de deixarem a cidade suja e mal cuidada.

Se fosse boa a administração do atual alcaide, certamente seu patamar seria além 33%.

Manuela tem sim grandes chances de concorrer bem e até vencer.

Já o PT com Vilaverde, vai mal. O PT não forjou novas lideranças ao longo dos anos para chegar com consistência esta disputa. Vilaverde não empolga, apesar de ser um ótimo quadro, é pouco conhecido pela população.

Segundo a pesquisa Correio do Povo/Instituto Methodus (leia AQUI) para a eleição à Prefeitura de Porto Alegre em 2012 aponta um empate técnico entre o atual prefeito, José Fortunati (PDT), e a deputada federal Manuela D''Ávila (PC do B), nos três cenários pesquisados.

A vantagem de Fortunati sobre Manuela varia de 0,9 ponto percentual a 3,1 pontos percentuais, conforme o cenário, mas os índices são inferiores à margem de erro admitida para a pesquisa, de 4,1 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em terceiro lugar nas intenções de voto aparece o deputado estadual Adão Villaverde (PT), com 10%, 10,5% e 11,3% nos três cenários. Não há uma variação significativa nas diferenças entre Fortunati e Manuela em relação à pesquisa anterior do Correio do Povo/Instituto Methodus, publicada em outubro de 2011, quando o deputado Adão Villaverde ainda não havia lançado sua pré-candidatura.

Um comentário:

Eugenio Hansen, OFS . disse...

Paz e bem!

O problema do PT
é que prefere ser o maior partido de oposição
em vez de ser o maior partido da base aliada.