sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

PETROBRAS SUPERA EXXON E VIRA A NÚMERO 1 DO MUNDO: Chora urubuzada

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Mesmo com toda a pressão exercida com a operação "lava Jato", com a mídia e a oposição batendo na PETROBRAS diuturnamente. Mesmo com a queda artificial do preço do petróleo, patrocinada pelos americanos para prejudicar a Rússia, que bateu em US$ 50 o barril. Mesmo com os "economistas de plantão" dizendo que a Companhia deveria abrir o Pré-Sal para empesas estrangeiras. Mesmo com tudo isso, a PETROBRAS bate Records sobre Records:

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A Petrobras tornou-se a maior produtora de petróleo entre as empresas de capital aberto no mundo, após superar a norte-americana ExxonMobil no terceiro trimestre de 2014, informou a petroleira estatal nesta quinta-feira.
A ExxonMobil produziu 2,065 milhões de barris de petróleo por dia (bpd) no terceiro trimestre, segundo o balanço da companhia, enquanto a Petrobras produziu 2,209 milhões de barris/dia no mesmo período.
Quando somadas as produções de óleo e gás, a Petrobras ainda ocupa a quarta posição no ranking, ponderou a estatal.
A notícia positiva acontece em um momento em que o preço do petróleo atingiu mínima de diversos anos no mercado internacional, reduzindo a receita com a venda do produto no exterior, enquanto a companhia ainda é alvo de acusações de envolvimento em esquemas de desvio de dinheiro.
Apesar do cenário ruim, que tem feito as ações da Petrobras sofrerem na bolsa, a empresa comemora um bom momento de resultados operacionais, após diversos atrasos na entrada em operação de plataformas.
De acordo com a petroleira, ela também foi a empresa que mais aumentou a sua produção de óleo, tanto em termos percentuais quanto absolutos, em 2014 até setembro.
"Nos nove primeiros meses de 2014, a Petrobras e a ConocoPhillips foram as únicas empresas de capital aberto que registraram aumento de produção de petróleo", afirmou a estatal. "No caso da Petrobras, esse aumento foi de 3,3 por cento e, da Conoco, de 0,4 por cento."
A Petrobras destacou ainda que bateu novo recorde de produção, de 2,286 mil bpd de óleo, em 21 de dezembro, e frisou que atingiu no pré-sal do Brasil, junto com outras petroleiras, o recorde de 700 mil bpd em 16 de dezembro.
Segundo a companhia, em 2014 foram adicionados 500 mil bpd de capacidade, com a entrada em operação de quatro novas unidades de produção.
"Esse volume será gradativamente incorporado à produção, garantindo que em 2015 a empresa continue aumentando a produção de óleo e gás", afirmou.
Entretanto, a P-61, uma das plataformas programadas para o ano passado, que inicialmente entraria em operação em 2013 no campo de Papa-Terra, na Bacia de Campos, não havia começado a produzir até o final de dezembro.
O crescimento na produção em 2014, após pesados investimentos nos últimos anos, ocorreu depois de dois anos de recuo na extração no Brasil.
Em sua última previsão, a estatal previu elevar a produção de petróleo no país entre 5,5 e 6 por cento em 2014, abaixo da meta de 7,5 por cento traçada inicialmente no ano passado, em meio a atrasos na entrega de equipamentos.
A empresa ainda não divulgou a produção fechada de dezembro.
(Por Marta Nogueira)

 

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Segundo o Brasil 247: Extremismo do Charlie também incomodava a França

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Intolerância, xenofobia, preconceito, fanatismo... podemos dizer muitas coisas (e causas) sobre o atentado (ou uma vingança?) na sede do jornal Charlie Hebdo em Paris, com a morte de 12 pessoas, entre elas o diretor do jornal. A publicação se notabilizou pelas suas charges agressivas dirigidas ao Islã, principalmente tendo como o profeta Maomé como centro das charges que enchiam de ira os seguidores do Profeta e, mais ainda, até mesmo diversos setores da sociedade francesa, que via o jornal como muito agressivo.

Mas isso não é motivo para uma chacina, mas foi como mexer com uma casa de marimbondos, saem a atacar com seu ferrão quem quer que esteja por perto.

Roberta Namour, correspondente do 247 ( leia AQUI) em Paris relata:

 – Mergulhado em uma crise financeira, o semanário Charlie Hebdo fez um apelo aos franceses com uma “vaquinha online” para salvar a publicação em novembro do ano passado. Símbolo extremo da liberdade de expressão no país, o jornal não tinha leitores o suficiente para manter sua circulação. 

O covarde ataque terrorista ocorrido ontem por extremistas islâmicos, que deixou 12 mortos e mais uma dezena de feridos, levou mais de 100 mil franceses às ruas em protesto. Todos levantaram a bandeira do “Je suis Charlie”, em nome da democracia.

Mas não demorou até que as redes sociais estampassem o que grande parte da sociedade francesa pensava de Charlie Hebdo. Para o francês ‘de base’, suas charges muitas vezes ultrapassavam o limite do aceitável e eram até consideradas uma agressão, uma forma de racismo. A forma de censura dentro de casa era traduzida pelo baixo número de vendas. Nada, porém, justifica o fim trágico ocorrido na tarde de ontem, em Paris.


 

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Abril devolve prédio. Busto do fundador é retirado... é o início do fim de um império.




Como já tenho "uma certa idade", já passei por muita coisa na vida e, principalmente na vida do Brasil.

Fico meio que com certa raiva, quando uma gurizada coxinha de direita vai prá rua pedir a volta da Ditadura Militar no Brasil, como se isso fosse (e não foi no passado) a redenção do nosso País. Ao contrário, deixou um rastro de benesses e corrupção que está arraigado como carrapato na nossa sociedade, mas que, aos poucos, a cidadania vai tratando de sanar.

Muitos meios de comunicação de locupletaram e cresceram com a Ditadura, A Globo, A Folha de São Paulo (que inclusive emprestava suas caminhonetes para os agentes do DOI-CODE carregarem os presos políticos para a tortura ou para a morte, Estadão e, inclusive a Editora Abril, cresceu em muito com as benesses oferecidas em troca de apoio pelos militares ao Golpe de 1964.

Pois é, a Abril, que ainda edita a Revista Veja (hoje um panfleto fascista) foi no passado, uma revista independente, com editores sérios e jornalistas e repórteres que traziam a verdade dos fatos.

Com o tempo, estes profissionais foram saindo e dando lugar a sabujos subjugados aos donos, imprimindo em suas outrora páginas valentes, mentiras, fofocas, acusações sem provas, até chegar a onde chegou:

A SUA FALÊNCIA... como revista e como negócio.





Pois é, em crise financeira, a Abril devolveu metade do espaço para a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, dona do empreendimento.


Leia AQUI

Quem chegou para trabalhar na Editora Abril nesta segunda-feira (5) teve uma surpresa. O busto do fundador do império, Victor Civita, não está mais na recepção do prédio, na Marginal Pinheiros, em São Paulo. O motivo: em crise financeira, a Abril devolveu metade do espaço para a Previ, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, dona do empreendimento.

A Previ, agora, irá alugar o espaço para outros clientes corporativos e decidiu retirar o busto porque, aos poucos, a Abril se torna minoritária no local.

A crise financeira da Abril tem raízes tecnológicas (a migração do leitor para plataformas digitais) e econômicas (a disseminação de conteúdos gratuitos de qualidade), mas também editoriais.

Ao se engajar politicamente de forma inédita, tendo rodado milhares de exemplares da famosa capa de Veja 'Eles sabiam de tudo' para que a mesma fosse distribuída como um panfleto político, às vésperas da eleição presidencial, a Abril perdeu credibilidade e leitores – e ainda se viu forçada a publicar um direito de resposta no dia do voto.

Recentemente, a Abril anunciou o fechamento de revistas como a Info, que migrou para a plataforma digital. Cerca de 10 publicações foram transferidas para a Editora Caras. E os carros-chefe da editora, Veja e Exame, também vêm sofrendo cortes nas áreas editorial e comercial.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Depois de muito choro, Dilma é empossada a nova Presidenta do Brasil

Veja aqui o discurso de posse de Dilma: http://youtu.be/ZbLYbH6NOGc










Ontem a tarde, acompanhei, em diversos canais de TV, a posse da Presidenta Dilma II.



É impressionante como a mídia tenta, de todas as formas, menosprezar um ato institucional de tamanho significado institucional, a posse de uma Presidente.



Os "colunistas" da Globo News, parecem que ainda não engoliram a derrota nas urnas e, hoje, deitam a criticar os discursos de Dilma, principalmente quando disse o que trata da defesa da Petrobras de seus 'predadores internos e inimigos externos', para ironizá-lo, como se não houvesse, nos meios de comunicação, uma torcida organizada contra a estatal e que defende interesses antinacionais; para quem não se lembra, o Globo, dos irmãos Marinho, foi o primeiro veículo a explicitar que a Lava Jato obrigaria a Petrobras a abrir o pré-sal aos estrangeiros; ontem, empossada para mais quatro anos, Dilma deixou claro que o regime de partilha do petróleo continuará em vigor; inimigos externos não gostaram.



Independente da Operação Lava-Jato, A Petrobras é brasileira e vai continuar a ser. O governo não pode se deixar levar pelas denúncias seletivas que visam tão somente desestabilizar a Companhia.


Pois os "inimigos externos" querem é a riqueza que está no fundo do nosso mar. Riqueza que vai financiar o novo slogan: BRASIL: UM PAÍS EDUCADOR. Sim, o Brasil precisa de profissionais para diminuir as desigualdades e gerar riqueza.



Bom, agora, parece que a oposição, leia-se aí os mesmos, PSDB, PPS, DEM e, por último, o PSB, que rompeu com o governo para lançar o falecido Campos a presidência e teve de se contentar com a Marina, tem de aceitar mais um governo da Dilma e do PT e lutar por uma grande Nação, que toma forma a 12 anos. 

Feliz 2015...




Hoje é dia 2/01/2015.


Um novo ciclo se inicia para todos nós.


Fiquei muito tempo fora daqui, mas por motivos profissionais... sem tempo.


Mas quero retomar as postagens, quero ter a companhia de todos vocês que por todo este tempo continuaram a me prestigiar, mesmo sem novas postagens.


FELIZ ANO NOVO.


Com o Gringo no RS...


Mas com a Dilma a comandar o Brasil.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

A felicidade é uma quimera... ou como estar no lugar certo, na hora certa.




Alguém pode perguntar porque eu não comentei a morte prematura num acidente de avião de Eduardo Campos no dia 13/08 (Ah estes agostos) que, assim como muitas e muitas pessoas, poderia ser um grande político, uma promessa.

Bom, ficou na promessa, pois infelizmente, uma fatalidade tirou a sua vida e o seu futuro... sua família. A morte sempre é dura para quem fica (ou não).

Digo isso por um fato simples: Marina Silva.

Uma vice de um candidato que passou (ou passará) a ser candidata a presidência.

Eu estava em viagem de trabalho e não tive tempo (e nem vontade) de comentar esta tragédia, mas aqui quero comentar seus desdobramento:

A Bláblárina, como diz o blogueiro Paulo Henrique Amorim, tem muita conversa e muito pouca ação em prol do povo brasileiro. Vive às custas da Família Setúbal, dona o Itaú (Itaúúúú... da vaia a Dilma na abertura da Copa). Não conseguiu sequer fundar seu partido, a Rede, por falta de assinaturas e, com isso, armou um casamento de fachada com o PSB.

Agora, seu sonho é sua alegria... ser candidata.

Que sorte a dela, não é?

Uma explicação para a postura imperial de William Bonner diante de candidatos



por Luiz Carlos Azenha

Trata-se de um simulacro de jornalismo, que nem original é. Nos Estados Unidos, muitos âncoras se promoveram com agressividade em suposta defesa do “interesse público”. Eu friso o “suposta”. Lembro-me de um, da CNN, que fez fama atacando a “invasão do país por imigrantes ilegais”. Hoje muitos âncoras do jornalismo policial fazem o mesmo estilo, como se representassem a sociedade contra o crime.

William Bonner está assumindo o papel de garoto-propaganda da criminalização da política. Ao criminalizar a política, fazendo dela algo sujo e com o qual não devemos lidar, ganham as grandes corporações midiáticas. Quanto mais fracas forem as instituições, mais fortes ficam as empresas jornalísticas para extrair concessões de todo tipo — do Executivo, do Legislativo, do Judiciário.

A postura supostamente independente de Bonner, igualmente agressivo com todos os candidatos, faz parecer que as Organizações Globo pairam sobre a política, que nunca apoiaram a ditadura militar, nem tentaram “ganhar” eleições no grito. Que os irmãos Marinho não fazem política diuturnamente, com lobistas em Brasília. Que os irmãos Marinho não tem lado, não fazem escolhas e nem defendem com unhas e dentes, se preciso atropelando as leis, os seus interesses. Como em “multa de 600 milhões de reais” por sonegar impostos na compra dos direitos de televisão das Copas de 2002 e 2006.

A agressividade de Bonner também ajuda a mascarar onde se dá a verdadeira manipulação da emissora, nos dias de hoje: na pauta e no direcionamento dos recursos de investigação de que a Globo dispõe. Exemplo: hoje mesmo, no Bom Dia Brasil, uma dona-de-casa do interior de São Paulo explicava como está fazendo para economizar água.

A emissora não teve a curiosidade de explicar que a seca que afeta milhões no Estado não é apenas um problema climático, resulta também de falta de investimentos do governo de Geraldo Alckmin, que beneficiou acionistas da Sabesp quando deveria ter investido o dinheiro no aumento da capacidade de captação de água. Uma pauta complicada, não é mesmo?

A não ser que eu esteja enganado, a Globo não deslocou um repórter sequer para visitar o aeroporto de Montezuma, que Aécio Neves mandou reformar quando governador de Minas Gerais perto das terras de sua própria família. Vai ver que faltou dinheiro.

Tanto Alckmin quanto Aécio são tucanos. Na entrevista com Dilma, Bonner listou uma série de escândalos. Não falou, obviamente, de escândalos relacionados à iniciativa privada, nem em outras esferas de governo. Dilma poderia muito bem tê-lo lembrado disso, deixando claro que a corrupção é uma praga generalizada, inclusive na esfera privada, envolvendo entre outras coisas sonegação gigantesca de impostos. Mas aí já seria coisa para o Leonel Brizola.