terça-feira, 5 de maio de 2009

MEC estuda mudanças, também no Ensino Médio: A quem atende estas mudanças?


Desde o início de 2009, o Ministério da Educação e Cultura - MEC, estuda mudanças no ensino brasileiro, não somente no Vestibular, mas também no Ensino Médio. As mudanças dizem respeito diretamente as disciplinas, que seriam substituidas por áreas de interesse.


Como professor licenciado em Geografia, fico a me perguntar a quem servem estas mudanças?
Pois, do meu ponto de vista, seria necessário um período de transição, inclusive, com uma mudança na formação dos professores, que ainda é por disciplinas.


A Secretaria de Educação e Cultura do RS, já se antecipou e já diz que vai adotar as mudanças propostas pelo MEC, já em 2010. E que os professores receberiam cursos de "adequação" a nova proposta.


Em primeiro lugar, sou favorável a mudanças que venham a valorizar o aluno e o ensino, na formação do cidadão mas, pelo que me parece, o intuito é o de legitimar o professor "quebra-galho", aquele que se formou, por exemplo, em Geografia, e ministra aulas de História.


Assim, com uma divisão de grupos de interesse, nas Humanas, onde estão a Filosofia, a Geografia, a História e a Sociologia, qualquer um destes poderiam, em tese, dar qualquer uma destas disciplinas, mesmo sem formação específica.


Vejo que, como está sendo proposto, se pode, ao invés de se qualificar o ensino, conseguirmos o inverso.

3 comentários:

César Bento disse...

Por trás de tudo tem um interesse em econmizar com professores. Porém, não acho a idéia absurda. Ela tem fundamento. Atualmente é comum que professores trabalhem em mais de uma disciplina. É verdade qeu, qanto maior o graud e estudo, masi seá necessa´rio um aprofundamento. Porém, na educaçaõ básica (tenho dúvidas quanto ao emnsino médio) o conhecimento que se possui dessas áreas seria suficiente (se o professor for bem preparado)para o que é necessário em temros de conteúdo. Pode ser um modo de estimular a interdisciplinanriedade e coisa e tal. Só não dá para trbalhar com idéia do professor quebra-galho. Aí, não seria avanço, nem retrocesso, seria anter do jeito que está. Aliás, entendo que o fndamental é que os professores capacitem-se para o processo de ensinar e não em especializações cada vez mais detalhadas, mas que não se refletem no processo educativo

Anônimo disse...

Concordo com Paulo Rangel, tenho medo de obertermos o resultado inverso.


[]s

Anônimo disse...

Concordo com Paulo Rangel, tenho medo de obertermos o resultado inverso.


[]s