sexta-feira, 28 de setembro de 2007
A geografia em tudo: seis meses "no ar"
Depois de seis meses no ar, esse espaço, A Geografia em tudo, já contabiliza mais de 3.000 acessos. Para muitos blogs, os famosos, isso não é nada. Mas para mim, é motivo de festa. Isso porque, quando iniciei a postar aqui, não nutria nenhua pretensão. Apenas queria saber como é que funcionava um blog. Mas com o tempo, tomei gosto, e aqui estamos.
Obrigado a todos que, "por aqui se aventuram", pois mesmo que não comentem, só saber que alguém lê o que escrevo, já me satisfaz.
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Mario Rangel
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sexta-feira, setembro 28, 2007
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quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Mais do mesmo...
Para se ter uma idéia das reais intensões dos grandes grupos midiáticos nacionais, é só comparar as notícias e comentários sobre os ditos "mensalões", termo criado por Jeferson e imcampado pela midia (como diz o Paulo Henrique Amorim: golpista).
O público foi bombardeado incessantemente, 24 horas por dia, incriminando, julgando, condenando, o Governo, o PT, e todos aqueles que, sequer levantasse alguma dúvida sobre o assunto do tal Mensalão (palavra sempre dita com a boca cheia pelos lacaios dos donos da mídia).
O tempo passou e, agora, vem a tona o Mensalão Tucano, e aí o que temos?
Primeiro, desviam a atenção, denominam-no de Mensalão Mineiro. Tirando das costas do tucanato nacional, qualquer responsabilidade.
Os "fazedores" de opinião, por sua vez, fazem incontáveis comparações entre os dois episódios, mas sempre tentando dizer que, o dos tucanos, não tem relevância, "não foi nada".
Então: dois pesos e duas medidas.
Como esses dois fatos são tratados, mostram que, a mídia, tem o seu interesse em denegrir somente com o Governo Lula, nada mais.
O Governo Lula, não é "fina flor", sabemos. Mas o tratamento dispensado pela mídia a tudo que se refere ao Governo Federal, é quase que criminoso. Mas em relação ao PSDB e DEM (ex-PFL), nada, no máximo uma notinha.
É por isso que digo aos meus alunos, não acreditem em tudo que está na mídia, procurem outras fontes, para depois formarem um juíso próprio sobre a notícia.
Na mídia, NÃO EXISTE ISENSÃO, eles defendem aqueles de quem dependem os seus lucros, e o status dos mesmos.
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Mario Rangel
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quinta-feira, setembro 27, 2007
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Não tem jeito mesmo...
A situação no RS está se tornando "um caso de polícia". Acontecimentos escabrosos se sucedem diariamente, mas a repercussão, a indiguinação dos meios de comunicação, não existe. A mídia chapa branca faz vistas grossas a tudo que possa atingir o governico da tia Yeda e do seu lacaio municipal, o Foga$$a (aquele que tem a cara da mudança).
Já tivemos o caso dos albergueiros, não deu em nada, e a mídia, também nada...
Temos aí o caso Macalão (que ganhou de presente um Habeas para sair da cadeia), onde ramificações levam ao execitivo e à vários parlamentares. E a mídia nada...
Agora o patrono da Feira do Livro (quem será que escolhe essa gente?), Antônio Holfeld, está envolvido com o MP, por receber sem trabalhar, na Prefeitura de São José do Norte. E a repercussão, hein? Nada...
A saúde está um caos (o Estado não aplica a verba constitucional). A educação relegada a uma mera formalidade, e a mídia, novamente nada diz...
A tia Yeda vem, também, com um tarifaço, aumentando o ICMS (coisa que ela jurou de pés juntos que não faria jamais). Aí vem a mídia e diz mais ou menos assim: "coitadinha, não tinha outra saída" (leiam o Correio do Povo do dia 26/9).
Onde estão os "formadores de opinião"?
Onde está a mídia combativa. Defensora do povo?
Do povo, eles só querem distância, ou vender seus "produtos".
O RS vive numa ditadura. Por aqui não há espaço para o contra-ponto. Os governicos (estadual e o da capital) entregam o patrimônio, extinguem serviços, sucateiam, e não há uma voz sequer para nos defender. Mas para falar mal do Governo Federal, é em uníssono. O Lula só leva "porrada", mesmo que, tudo de bom, que ainda está sendo feito por aqui, seja através da União.
Pobre de nós...
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Mario Rangel
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quinta-feira, setembro 27, 2007
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quarta-feira, 26 de setembro de 2007
A percepção do aquecimento global: e a mudança?
"A precisão das conclusões (da pesquisa) torna difícil imaginar um ambiente de opinião pública mais favorável a um compromisso dos líderes nacionais com a mudança climática", acrescentou Miller.
"Se não agirmos agora, o impacto da mudança climática será devastador", disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Bush faltou à reunião, apesar de seu país ser o maior poluidor do mundo e de não ter assinado o Protocolo de Kioto (1997), destinado a reduzir a emissão de gases poluentes que intensificam o "efeito estufa".
Bush convidou para o evento a ONU, a União Européia (UE) e quinze países, entre eles Brasil, Japão, Canadá, Coréia do Sul, México, Rússia, Austrália, Indonésia e África do Sul. EFE
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terça-feira, 25 de setembro de 2007
Foga$$a, a "cara" da mudança...
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segunda-feira, 24 de setembro de 2007
CIDADÃO x CONSUMIDOR: QUEM "VALE" MAIS?
Hoje, em um post do Cristóvão Feil, que versa sobre o papel de uma imprensa livre e deomcrática, prática essa que não existe por aqui, uma coisa que o Cristóvão falou, me lembrou uma entrevista do grande geógrafo, Milton Santos, à Zero Hora em 2000. Nessa entrevista o Professor falava dos rumos do processo de globalização e a massificação do modo de vida da humanidade
Assim como o Milton Santos, com todo o seu pensar, falava sobre a diferença que existe entre a verdadeira cidadania e o que a mídia entende (?) como cidadania: o direito do consumidor. O Cristóvão, em seu blog: http://diariogauche.blogspot.com consegue sintetizar o pensamento do Professor.
Os donos da mídia, financiados pelas firmas que produzem toda a sorte de bujigangas, fazem questão de tratar o cidadão, somete como consumidor. Nessa ótica, o que deve ser respeitado, não é o cidadão, e sim o "direito" seu de comprar.
Cada vez menos se fala nos direitos fundamentais do ser humano, somente que deve-se respeitar o seu direito que escolher o produto que melhor se adapte às suas "necessidades". Livre escolha(?).
E, em nome desse consumo, as mais diversas "barbaridades" são causadas ao contra o cidadão e contra o meio ambiente. Os produtos, fabricados para satisfazer o ego e não as necessidades básicas, antes mesmo de chegarem ao mercado, já existe um substituto, que faz a mesma coisa, só que acompanhado de um apelo diferente. Status...
E o pior é que as pessoas, não somente "engolem" a isca, como também a procuram com avidez esse padrão de vida. Cada novidade é ansiosamente esperada, incentivadas pela mídia, que vive do dinheiro de seus patrocinadores.
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Mario Rangel
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segunda-feira, setembro 24, 2007
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