PIG assume seu lado: o ANTI-PETISMO, O ANTI-LULISMO E ANTI-DILMA... Ponto final.
Quando Lula disse que, a imprensa, a grande mídia, agem como partido político e têm candidato, os setores da elite conservadora, principalmente a paulista, apressarm-se em divulgar um manifesto a favor da liberdade de imprensa e contra as palavas de Lula.
Meia dúzia de gatos pingados assinaram o manifesto, figurinhas carimbadas do anti-petismo.
Mas parece que o puxão de orelhas do presidente, tinha sim fundamento.
No último sábado, o Estadão, com o dedo na moleira, em um editorial cheio de ódio contra o Lula e seu governo, assume a candidatura do Zé. A favor de seu candidato, três frases, contra o Lula e Dilma e seu projeto, nove paragrafos.
Mas não foi somente o Estadão que sentiu o "cutúco". A Folha de São Paulo, também e editorial, não chega a assumir a candidatura do Zé, mas deixa subentendido a sua preferência, foi dúbia. Mas dá prá entender. Alí também, o tom do editorial, é do mais puro anti-petismo.
"Os altos índices de aprovação popular do presidente Lula não são fortuitos. Refletem o ambiente internacional favorável aos países em desenvolvimento, apesar da crise que atinge o mundo desenvolvido. Refletem, em especial, os acertos do atual chefe do Estado.
Lula teve o discernimento de manter a política econômica sensata de seu antecessor. Seu governo conduziu à retomada do crescimento e ampliou uma antes incipiente política de transferências de renda aos estratos sociais mais carentes. A desigualdade social, ainda imensa, começa a se reduzir. Ninguém lhe contesta seriamente esses méritos".
Meia dúzia de gatos pingados assinaram o manifesto, figurinhas carimbadas do anti-petismo.
Mas parece que o puxão de orelhas do presidente, tinha sim fundamento.
No último sábado, o Estadão, com o dedo na moleira, em um editorial cheio de ódio contra o Lula e seu governo, assume a candidatura do Zé. A favor de seu candidato, três frases, contra o Lula e Dilma e seu projeto, nove paragrafos.
Mas não foi somente o Estadão que sentiu o "cutúco". A Folha de São Paulo, também e editorial, não chega a assumir a candidatura do Zé, mas deixa subentendido a sua preferência, foi dúbia. Mas dá prá entender. Alí também, o tom do editorial, é do mais puro anti-petismo.
"Os altos índices de aprovação popular do presidente Lula não são fortuitos. Refletem o ambiente internacional favorável aos países em desenvolvimento, apesar da crise que atinge o mundo desenvolvido. Refletem, em especial, os acertos do atual chefe do Estado.
Lula teve o discernimento de manter a política econômica sensata de seu antecessor. Seu governo conduziu à retomada do crescimento e ampliou uma antes incipiente política de transferências de renda aos estratos sociais mais carentes. A desigualdade social, ainda imensa, começa a se reduzir. Ninguém lhe contesta seriamente esses méritos".
Mais a diante...
"Esta Folha procura manter uma orientação de independência, pluralidade e apartidarismo editoriais, o que redunda em questionamentos incisivos durante períodos de polarização eleitoral.
Pelo que demonstra a Folha neste editoial, o sucesso do governo Lula no desenvolvimento do Brasil, que lhe confere 80% de aprovação, é graças a "política sensata" do FHC. Mas não diz que o mesmo FHC, faliu três vezes o Brasil no seu governo, que desemprego era avassalador, a taxa de juros batia quase os trinta por cento, o salário mínimo era de setenta dólares (hoje está próximo dos trezendos), em fim, um govermo para se esquecer.
Assim sendo, este editorial mostra sim, que a Folha tem lado... E não é o do Lula e Dilma...
É o lado do Zé Naturalmente.
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