segunda-feira, 14 de março de 2011

Pacerce que virou moda: Motorista atropela ciclistas e foge na zona norte de Porto Alegre








Dois ciclistas foram atropelados por um Tempra branco na Avenida Assis Brasil, zona norte de Porto Alegre, neste domingo. O motorista do veículo fugiu do local.

Geovani Rosa Nunes, 34 anos, e Ivanir Francisco Pereira, de 46, foram levados com ferimentos para o Hospital Cristo Redentor. Tiveram lesões na cabeça e escoriações em diversas partes do corpo.

De acordo com testemunhas, a dupla foi arremessada para cima após o choque e teria caído em cima do para-brisa do veículo, que acabou quebrando. O motorista teria parado alguns metros depois para puxar parte do vidro danificado e seguido em alta velocidade em direção à freeway.

Pois é, pareece que virou moda atropelar ciclistas em Porto Alegre, pois mais um atropelamento ocorreu neste domingo. Onde está o respeito ao outro? É um absurdo que isso esteja ocorrendo. Leia AQUI
Segundo o relato dos feridos aos policiais que atenderam a ocorrência, o veículo não estaria trafegando numa velocidade acima do permitido na via no momento da colisão. O trecho onde ocorreu o atropelamento possui três pistas e estava com baixo fluxo, segundo testemunhas.

Os ciclistas estavam bem próximos do cordão da calçada quando foram atingidos. Ainda de acordo com pessoas que viram a ocorrência, o automóvel teria ido em direção aos ciclistas.

Integrantes da Delegacia de Trânsito localizaram o proprietário do veículo, que reside em Montenegro. Ele disse que vendeu o carro há seis meses a uma revenda da capital, que vai informar amanhã à Polícia o nome do comprador.

Tragédia anuciada: Japão está sobre o Círculo de Fogo do Pacífico: É área com mais terremotos no mundo

O Japão, que registrou nesta sexta-feira um terremoto de magnitude 8,9, é um dos países mais afetados pelo Círculo de Fogo, uma área situada no Oceano Pacífico onde ocorre a grande maioria dos tremores de terra e das erupções vulcânicas do mundo.


O Círculo de Fogo do Pacífico (ou Anel de Fogo) é uma área formada no fundo do oceano por uma grande série de arcos vulcânicos e fossas oceânicas, coincidindo com as extremidades de uma das maiores placas tectônicas do planeta.


A região, de cerca de 40 mil km de extensão, tem formato de ferradura e circunda a bacia do Pacífico, abrangendo toda a costa do continente americano, além do Japão, Filipinas, Indonésia, Nova Zelândia e ilhas do Pacífico Sul.

Esta é a área de maior atividade sísmica do mundo. Somente o Japão responde por cerca de 20% dos tremores de magnitude igual ou superior a 6 registrados na Terra. Em média, os sismógrafos captam algum tipo de abalo no Círculo de Fogo a cada cinco minutos.

Além disso, mais da metade dos vulcões ativos no mundo, acima do nível do mar, estão localizados nesta área.

Alguns dos piores desastres naturais já registrados ocorreram em países localizados no Círculo de Fogo. Um deles foi o tsunami de dezembro de 2004, que matou 230 mil pessoas em 14 países no Oceano Índico, após um tremor de magnitude 9,1.

Outros dois desastres famosos na área ocorreram no Chile: o primeiro, em 1960, foi um terremoto de magnitude 9,5 - o pior já registrado na história - que matou 2 mil pessoas; outro tremor, em 2010, deixou 800 mortos e cerca de 20 mil desabrigados.

Placas tectônicas

Nos anos 1960, cientistas desenvolveram a noção de placas tectônicas, o que explica as localizações dos vulcões e outros eventos geológicos de grande escala.

De acordo com a teoria, a superfície da Terra é feita de uma "colcha de retalhos" de enormes placas rígidas, com espessura de 80 km, que flutuam devagar por cima do âmago quente e líquido do planeta.

As placas mudam de tamanho e posição ao longo do tempo, movendo entre um e dez centímetros por ano - velocidade equivalente ao crescimento das unhas humanas.

O fundo do oceano está sendo constantemente modificado, com a criação de novas crostas feitas da lava expelida do centro da Terra e que se solidifica no contato com a água fria. Assim, as placas tectônicas se movem, gerando intensa atividade geológica em suas extremidades.

Três coisas podem ocorrer com as placas: elas podem se afastar umas das outras, deixando espaço para criar mais "chão" no fundo do mar; podem se aproximar, fazendo uma encobrir a outra; ou podem "roçar" umas nas outras, sem causar muito distúrbio.

Essas placas que se "roçam" causam tremores de menor intensidade, como ocorre geralmente na Falha de San Andreas, localizada na região de San Francisco (Estados Unidos). Essas falhas também podem criar escarpas ou falésias no fundo do mar.

No entanto, quando uma placa se move e é forçada para dentro da Terra, ela encontra altas temperaturas e pressões que são capazes de parcialmente derreter a rocha sólida, formando o magma que é expelido pelos vulcões.

As atividades nestas zonas de divisa entre placas tectônicas são as mesmas que dão origem aos terremotos de grande magnitude.

domingo, 13 de março de 2011

Tragédias naturais expõem perda da noção de limite ou como percebemos a natureza

Repasso aqui um artigo publicado no site Carta Maior do companheiro Marco Aurélio Weissheimer, que discute a nossa relação com a natureza. Uma relação que tentamos deixar sempre para os filosofos e cientistas, mas que se faz urgente que seja discutida por toda a sociedade. Sempre tivemos a errada certeza de que somos entes separados da natureza. E que, com a ciência e a tecnologia que desenvolvemos, não precisamos mais dela. Ledo engano, somos parte da natureza, parte indissociavel.

No dia 1° de novembro de 1775, Lisboa foi devastada por um terremoto seguido de um tsunami. A partir de estudos geológicos e arqueológicos, estima-se hoje que o sismo atingiu 9 graus na escala Richter e as ondas do tsunami chegaram a 20 metros de altura. De uma população de 275 mil habitantes, calcula-se que cerca de 20 mil morreram. Além de atingir grande parte do litoral do Algarve, o terremoto e o tsunami também atingiram o norte da África. Apesar da precariedade dos meios de comunicação de então, a tragédia teve um grande impacto na Europa e foi objeto de reflexão por pensadores como Kant, Rousseau, Goethe e Voltaire. A sociedade europeia vivia então o florescimento do Iluminismo, da Revolução Industrial e do Capitalismo. Havia uma atmosfera de grande confiança nas possibilidades da razão e do progresso científico.


No Poème sur le desastre de Lisbonne, (“Poema sobre o desastre de Lisboa”), Voltaire satiriza a ideia de Leibniz, segundo a qual este seria “o melhor dos mundos possíveis”. “O terremoto de Lisboa foi suficiente para Voltaire refutar a teodiceia de Leibniz”, ironizou Theodor Adorno. “Filósofos iludidos que gritam, ‘Tudo está bem’, apressados, contemplam estas ruínas tremendas” – escreveu Voltaire, acrescentando: “Que crimes cometeram estas crianças, esmagadas e ensanguentadas no colo de suas mães?”

Rousseau não gostou da leitura de Voltaire e responsabilizou a ação do homem que estaria “corrompendo a harmonia da criação”. "Há que convir... que a natureza não reuniu em Lisboa 20.000 casas de seis ou sete andares, e que se os habitantes dessa grande cidade se tivessem dispersado mais uniformemente e construído de modo mais ligeiro, os estragos teriam sido muito menores, talvez nulos", escreveu.

Já Kant procurou entender o fenômeno e suas causas no domínio da ordem natural. O terremoto de Lisboa, entre outras coisas, acabará inspirando seus estudos sobre a ideia do sublime. Para Kant, “o Homem ao tentar compreender a enormidade das grandes catástrofes, confronta-se com a Natureza numa escala de dimensão e força transumanas que embora tome mais evidente a sua fragilidade física, fortifica a consciência da superioridade do seu espírito face à Natureza, mesmo quando esta o ameaça”.

A tragédia que se abateu sobre Lisboa, portanto, para além das perdas humanas, materiais e econômicas, impactou a imaginação do seu tempo e inspirou reflexões sobre a relação do homem com a natureza e sobre o estado do mundo na época. Uma época, cabe lembrar, onde os meios de comunicação resumiam-se basicamente a algumas poucas, e caras, publicações impressas, e à transmissão oral de informações, versões e opiniões sobre os acontecimentos. Nas catástrofes atuais, parece que vivemos um paradoxo: se, por um lado, temos um desenvolvimento vertiginoso dos meios de comunicação, por outro, a qualidade da reflexão sobre tais acontecimentos parece ter empobrecido, se comparamos com o tipo de debate gerado pelo terremoto de Lisboa.

A espetacularização das tragédias e a perda da noção de limite

Em maio de 2010, em uma entrevista à revista Adverso (da Associação dos Docentes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul), o geólogo Rualdo Menegat, professor do Departamento de Paleontologia e Estratigrafia do Instituo de Geociências da UFRGS, criticou o modo como a mídia cobre, de modo geral, esse tipo de fenômeno.

“Ela espetaculariza essas tragédias de uma maneira que não ajuda as pessoas entenderem que há uma manifestação das forças naturais aí e que nós precisamos saber nos precaver. A maneira como a grande imprensa trata estes acontecimentos (como vulcões, terremotos e enchentes), ao invés de provocar uma reflexão sobre o nosso lugar na natureza, traz apenas as imagens de algo que veio interromper o que não poderia ser interrompido, a saber, a nossa rotina urbana. Essa percepção de que nosso dia a dia não pode ser interrompido pelas manifestação das forças naturais está ligada à ideia de que somos sobrenaturais, de que estamos para além da natureza”.

Para Menegat, uma das principais lacunas nestas coberturas é a ausência de uma reflexão sobre a ideia de limite. É bem conhecida a imagem medieval de uma Terra plana, cujos mares acabariam em um abismo. Como ficou provado mais tarde, a imagem estava errada, mas ela trazia uma noção de limite que acabou se perdendo. “Embora a imagem estivesse errada na sua forma, ela estava correta no seu conteúdo. Nós temos limites evidentes de ocupação no planeta Terra. Não podemos ocupar o fundo dos mares, não podemos ocupar arcos vulcânicos, não podemos ocupar de forma intensiva bordas de placas tectônicas ativas, como o Japão, o Chile, a borda andina, a borda do oeste americano, como Anatólia, na Turquia”, observa o geólogo.

Não podemos, mas ocupamos, de maneira cada vez mais destemida. O que está acontecendo agora com as usinas nucleares japonesas atingidas pelo grande terremoto do dia 11 de março é mais um alarmante indicativo do tipo de tragédia que pode atingir o mundo globalmente. O que esses eventos nos mostram, enfatiza Menegat, é a progressiva cegueira da civilização humana contemporânea em relação à natureza. A humanidade está bordejando todos os limites perigosos do planeta Terra e se aproxima cada vez mais de áreas de riscos, como bordas de vulcões e regiões altamente sísmicas. “Estamos ocupando locais que, há 50 anos atrás, não ocupávamos. Como as nossas cidades estão ficando gigantes e cegas, elas não enxergam o tamanho do precipício, a proporção do perigo desses locais que elas ocupam”, diz ainda o geólogo, que resume assim a natureza do problema:

"Estamos falando de 6 bilhões e 700 milhões de habitantes, dos quais mais da metade, cerca de 3,7 bilhões, vive em cidades. Isso aumenta a percepção da tragédia como algo assustador. Como as nossas cidades estão ficando muito gigantes e as pessoas estão cegas, elas não se dão conta do tamanho do precipício e do tamanho do perigo desses locais onde estão instaladas. Isso faz também com que tenhamos uma visão dessas catástrofes como algo surpreendente".

A fúria da lógica contra a irracionalidade

Como disse Rousseau, no século XVIII, não foi a natureza que reuniu, em Lisboa, 20.000 casas de seis ou sete andares. Diante de tragédias como a que vemos agora no Japão, não faltam aqueles que falam em “fúria da natureza” ou, pior, “vingança da natureza”. Se há alguma vingança se manifestando neste tipo de evento catastrófico, é a da lógica contra a irracionalidade. Como diz Menegat, a Terra e a natureza não são prioridades para a sociedade contemporânea. Propagandas de bancos, operadoras de cartões de crédito e empresas telefônicas fazem a apologia do mundo sem limites e sem fronteiras, do consumidor que pode tudo.

As reflexões de Kant sobre o terremoto de Lisboa não são, é claro, o carro-chefe de sua obra. A maior contribuição do filósofo alemão ao pensamento humano foi impor uma espécie de regra de finitude ao conhecimento humano: somos seres corporais, cuja possibilidade de conhecimento se dá em limites espaço-temporais. Esses limites estabelecidos por Kant na Crítica da Razão Pura não diminuem em nada a razão humana. Pelo contrário, a engrandecem ao livrá-la de tentações megalomaníacas que sonham em levar o pensamento humano a alturas irrespiráveis. Assim como a razão, o mundo tem limites. Pensar o contrário e conceber um mundo ilimitado, onde podemos tudo, é alimentar uma espécie de metafísica da destruição que parece estar bem assentada no planeta. Feliz ou infelizmente, a natureza está aí sempre pronta a nos despertar deste sono dogmático.

Circuito da Estações Adidas 2011... mais uma etapa vencida

Hoje participei de mais uma corrida do Circuito da Estações Adidas 2011 - outono. De outono não tinha nada, um calor muito forte e Sol torrando, o que fez com que muito atletas desistissem, olha que não foi fácil, tive que me superar para fazer a minha média que é de 53 minutos nos 10 Km. Acho que consegu ficar com 56 minutos, para o clima, está ótimo.

A corrida é uma atividade muito presente na minha vida, corro reguarmente cinco dias por semana e já participei de diversas competicões, inclusive uma maratona.

Quem quiser ter uma condição física melhor, mais saúde, disposição, energia e alegria, a corrida é o melhor caminho. A Endorfina liberada pela atividade aeróbica é um remédio natural e eficaz para os males dos tempos modernos.

sexta-feira, 11 de março de 2011

A Geografia em tudo: 90.000 acessos do Blog às 19:00 horas do dia 11/03/2011

Terremoto no Japão pode ter deslocado eixo da Terra, INGV (Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia) da Itália.


















Estava agora navegando entre os jornais e agências de notícias na rede, me deparando com a fragilidade nossa e do que construímos na superfície da Terra. Como disse no título da postagem anterior,  "a natureza é inexorável" pois nada nem ninguém detém as forças que mantém vivo o nosso planeta.

Vemos catástrofes de todos os tipos e tamanhos acontecendo a toda hora e, não sou aqui nenhum profeta do apocalípse, são coisas que podem afetar a continuidade da vida, da nossa vida, e de outras vidas, animais e vegetais. Como as consequências que veremos lé na frente, deste terremoto que atingiu o Japão (leia AQUI), "de 8,9 graus de magnitude na escala Richter nesta sexta-feira, pode ter deslocado em quase 10 centímetros o eixo de rotação da Terra, segundo um estudo preliminar do INGV (Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia) da Itália.

O INGV, que desde 1999 estudou os diversos fenômenos sísmicos registrados na Itália, como o devastador terremoto da região dos Abruzos de 6 de abril de 2009, explica em uma nota que o impacto do terremoto do Japão sobre o eixo da Terra pode ser o segundo maior de que se tem notícia".

Pode parecer pouco, mas estes deslocamentos podem ir se acumulando e vir também a ter influência na dinâmiga da Terra, talvez influênciando no clima ou o centro de gravidade ou os pólos mangéticos, enfim, que, associados a outros eventos, como a atividade solar e a ação do homem sobre a Terra, podem influenciar na transformação das condições de vida no planeta.

Digo que não sou profeta por sei que tudo isso é natural, faz parte da evolução, nossa e a de Gaia (ou Terra). Assim como a natureza, o tempo também é inexorável e segue um rumo constante. Não podemos voltar para trás e nem tão pouco pará-lo .

Assim, com a ação da natureza e do homem sobre a Terra ao longo  do tempo, estamos produzindo o nosso amanhã.

Como será este futuro?

Não sei, mas cada um de nós pode imaginar.

Nota:
O astrônomo Milutin Milankovitch (1879 – 1958) estudou as variações na forma da órbita da Terra em torno do Sol e a inclinação do eixo da Terra. Ele teorizou que essas mudanças cíclicas e as interações entre elas eram responsáveis por mudanças de clima no longo prazo. De acordo com ele, Milankovitch teorizou que a inclinação do eixo da Terra não é sempre de 23,5°. Há um pouco de oscilação com o tempo. Ele calculou que a inclinação é alterada entre 22,1° e 24,5° em um ciclo de cerca de 41 mil anos. Quando a inclinação é menor, os verões são mais frios e os invernos mais amenos. Quando a inclinação é maior, as estações são mais extremas. O segundo fator estudado por Milankovitch é que a forma da órbita da Terra em torno do Sol não é exatamente circular. A Terra está um pouco mais próxima do Sol em alguns momentos do ano que em outros. Um pouco mais de energia Solar é recebida quando Sol e Terra estão mais próximos (o periélio) que quando eles estão mais longe (o afélio).

Mas a forma da órbita da Terra também está mudando em ciclos entre 90.000 e 100.000 anos. Há vezes em que ela é mais elíptica do que agora, portanto, a diferença na radiação solar recebida no periélio e no afélio será maior.

O periélio (maior aproximação da Terra com o Sol) ocorre em janeiro e o afélio (maior distanciamento da terra com o Sol), em julho. Isso serve para tornar as estações do hemisfério norte um pouco menos extremas, já que o efeito do aquecimento extra é no inverno. No hemisfério sul, as estações são um pouco mais extremas do que seriam se a órbita da Terra em torno do Sol fosse circular.

A Nautreza é inexorável, não podemos detê-la: O Japão novamente treme.


A Terra é um planeta vivo. Disso eu não tenho dúvidas. Somos como a bactérias que habitam o corpo de um ser vivo. Analogamente, quando há desequilíbrio, ou acaba o corpo (a Terra) ou acabam as bactérias (nós).

O Universo e tudo que nele está contido tesá, segundo as filosofias orientais, sendo regido por duas forças antagônicas (Yng-Yang) sempre em busca do equilíbrio e que, segundo a Teoria de Gaia, proposta nos anos setenta por James Lovelock, esquanto os elementos contidos no planeta estiverem em busca deste equilíbrio, haverá vida (como a conhecemos hoje), caso contrário, Gaia morrerá.

Portanto, eventos como o acontecido hoje no Japão (leia AQUI) onde "um forte tsunami, gerado por um terremoto de magnitude 8,9, matou ao menos 300 pessoas em Sendai, na costa nordeste do Japão, a cidade mais atingida pelo tremor", ou outros veventos semelhantes como o tsunami que devastou a Indonásia em 2006, são eventos corriqueiros na história geológica da Terra.

O problema são as bactérias (nós, humanos) que estamos ocupando todas os recantos do planeta, inclusive regiões altamente sussetíveis a estes acontecimentos, como o caso do Japão, que está situado sogre o Circulo de Fogo, onde ocorrem a maioria dos terremotos e vulcões.

As consequências, então, desta ocupação humana, são as tragédias. Os eventos geológicos, entretanto,  não passam de rotina para o nosso planeta.