quarta-feira, 22 de junho de 2011

A A União Europeia a beira de um ataque de nervos: O sietema desmorona.


Este artigo (leia AQUI) escrito por Thomas Coutrot, co-presidente da Attac França; Pierre Khalfa co-presidente da fundação Copérnico; Verveine Angeli, sindicalista; Daniel Rallet, sindicalista. Publicado no jornal francês Libération, em 7 de Junho de 2011, discute o pacote que está para ser aprovado no Parlamento Europeu de seis propostas legislativas para uma nova política econômica da União Europeia. Enquanto isso, os governos europeus subscreveram em março um "pacto para o euro."

Do que se trata? A nova Governança Europeia visa colocar sob maior vigilância os orçamentos nacionais para reforçar as sanções contra os estados em déficit excessivo e limitar o crescimento dos gastos públicos. Uma medida já tomada completa o dispositivo, o"semestre europeu", que pretende apresentar ao Conselho e à Comissão os orçamentos dos estados antes mesmo de serem discutidos pelos parlamentos nacionais. O pacto para o euro, seguindo a proposta Merkel-Sarkozy de estabelecer um pacto de competitividade, visa, nomeadamente, aumentar a flexibilidade do trabalho, para evitar aumentos de salários e reduzir os gastos com a proteção social.

Penso que o mundo está diante de um grande dilema. Ou continua com sua política financeira capitalista suicida e sucumbe sob as ruínas do sistema, ou sucumbe sem ela. É o mesmo que dizer, se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.

A União Europeia como um bloco econômico homogêneo, não funcionou, A diversidade de povos, culturas e características econômicas distintas, tende a ruir a idéia de um bloco econômico forte e dinâmico. Atualmente a Grécia é a “bola da vez”, mas Irlanda, Portugal e Espanha, esperam a sua.

A proposta de Alemanha e França para, digamos, salvar a União Europeia e o Euro, segundo os autores deste artigo, somente retira benefícios da população, ser atingir o problema central: o próprio sistema.

Seguindo o artigo, os autores dizem que é possível – e hoje é indispensável – uma verdadeira ruptura: ela vai consistir não em "tranquilizar os mercados", mas organizar o seu desarmamento sistemático, começando por lhes retirar o primeiro instrumento de chantagem, a possibilidade de especular com as dívidas públicas. Antes da crise, a origem da dívida estava na queda de receitas devida aos benefícios fiscais feitos às famílias mais ricas e às empresas. No momento da crise financeira, os Estados foram forçados a injetar quantidades maciças de liquidez na economia para evitar que o sistema bancário entrasse em colapso e que a recessão se transformasse em depressão. A explosão dos déficits tem, portanto, as suas raízes no comportamento dos operadores financeiros que são a causa da crise.

As dívidas públicas são, em grande parte, ilegítimas e, portanto, uma auditoria pública da dívida permitirá decidir o que será reembolsado ou excluído. O BCE deverá poder, sob supervisão democrática europeia, financiar os déficits públicos conjunturais. Uma reforma fiscal ampla, tanto em nível nacional como europeu, permitirá encontrar espaço de manobra à ação pública.


 

O Bom(?) Dia Brasil, telejornal matinal da Globo vai de mal a pior.

Que já assistiu o Bom(?) Dia Brasil, deve ter observados que, de bom, não tem nada.

Um telejornal ultrapassado e de viés anti-governo... se for do PT, é claro. E isso, o povo vê e, quando não gosta, troca de canal... E é o que está acontecendo desde 2003.

A reviravolta das cadeiras que a Central Globo de Jornalismo promoveu em seus telejornais matinais e vespertinos, anunciada ontem pela Folha (leia AQUI), tem dois motivos: estancar a perda de participação dos programas em número de TVs ligadas (share) e, mais ainda, popularizar esses produtos de forma a atrair a agora cobiçada classe C.

Para tanto, a emissora agora colocou na bancada Chico Pinheiro, cujo perfil é considerado mais popular, para suceder Renato Machado. Também incluiu nas edições um comentarista policial (Rodrigo Pimentel), e vem priorizando pautas e notícias que atendam também ao interesse da população de baixa renda. O "Bom Dia Brasil" que Machado ancorou nos últimos 15 anos foi considerado elitista demais para o público C. Machado agora será correspondente da Globo em Londres.

Levantamento de audiência desde 2003 mostra que esse telejornal estagnou em ibope, mas perdeu mais de uma em cada cinco TVs ligadas nesse mesmo período. Ou seja, um em cada cinco domicílios pararam de assistir ao jornal matinal da Globo, que é exibido em rede nacional. A mobilização da Globo se deve ao fato de que, a despeito do share cair, o número de TVs ligadas aumentou mais de 50% entre 2003 e 2011 --de 16% para 24%.

O Brasil... vai bem, obrigado

Ao contrário do que os "urubólogos" de plantão estavam apregoando no PIG (Partido da Imprensa Golpista), o Brasil, apesar dos problemas econômicos mundiais, principalmente na Europa e Estados Unidos, continua crescendo e gerando emprego e renda. Nas útimas semanas, também, a perspectiva do PIB (Produto Interno Bruto)  e da inflação ficarem dentro das previsões do governo.

Hoje, a taxa de desemprego apurada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em seis regiões metropolitanas do país ficou em 6,4% em maio, leitura idêntica à de abril e inferior à marca registrada no quinto mês de 2010 (7,5%). O resultado foi o menor para maio desde o começo da série do organismo, em março de 2002. (leia AQUI)

Das regiões metropolitanas investigadas, a taxa de desocupação mais alta no mês passado foi observada em Salvador (10,5%). Na casa de 6%, apareceram Recife (6,8%) e São Paulo (6,7%). No Rio de Janeiro, o indicador se encontrou em 5,4%; em Porto Alegre, a leitura foi de 5,1%. O nível de desemprego em Belo Horizonte equivaleu a 4,7%.

A propósito do PIG, assisti o documentário dirigido por Oliver Stone, Ao sul da fronteira, que retrata bem o que a mídia produz e reproduz para defebndre seus interesses, seus "clientes" e o próprio capitalismo. Inclusive, incentivando até mesmo a violência, no caso do golpe ocorrido em 2002 na Venezuela que fracassou, devido ao grande apoio popular que Hugo Chaves tinha do povo. O filme retrata os governos de esquerda da America do Sul e como estes são tratados pela elite e pelos meios de comunicação, não somete nos seus países, mas também do mundo, principalmente dos Estados Unidos.

E no Brasil, o movimento é idêntico mas não tão ostensivo. Mas em 2005, grande parte da mídia (o PIG), tentou dar o golpe e derrubar o Presidente Lula. Somente não foi a diante, também, pelo grade apoio que Lula sempre teve.

Mas o documentário é muito bom.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Extinção da vida marinha pode ser sem precedentes, diz estudo


Os oceanos foram a orígem da vida na Terra e, também, serão o início do fim.


Um novo estudo (leia AQUI) indica que os ecossistemas marinhos enfrentam perigos ainda maiores do que os estimados até agora pelos cientistas e que correm risco de entrar em uma fase de extinção de espécies sem precedentes na história da humanidade.

O levantamento vem de especialistas que integram o IPSO (sigla em inglês de Programa Internacional sobre o Estado dos Oceanos), entidade formada por cientistas e especialistas no assunto.

Segundo o estudo, as mudanças que estão ocorrendo antes do esperado estão o derretimento da camada de gelo no Ártico, na Groenlândia e na Antártida, o aumento do nível dos oceanos e a liberação de metano no leito do mar, estão apressando o processo.

O estudo observou também que existem efeitos em cadeia provocados pela ação de diferentes poluentes. Alguns deles permanecem nos oceanos por estarem presos a pequenas partículas de plástico que foram parar no leito do oceano. Com isso, há um aumento do poluentes que são consumidos por peixes que vivem no fundo do mar.

Parece mentira, mas a ação do homem sobre a natureza pode ser equiparada a um choque de um asteróide, como no caso da grande extinção ocorrida no permeano, entre 65 e 55 milhões de anos atrás, que causou uma das maiores extinções em massa da história da Terra. Não nos damos conta que nas coisas mais "ingênuas" que temos na nossa vida moderna, está por traz uma infinidade de agressões ao ambiente.

Infelizmente, não bastam somente as nossas ações individuais para deter este processo, sem as grandes transformações (que acredito que não vão acontecer) de nada adiantam estas pequenas ações... uma pena.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Não é um trocadilho não, é uma triste realidade: O Mar Morto... Está morrendo.


O Mar Morto está morrendo (leia AQUI). Não é trocadilho não, é a triste realidade.

A sociedade humana vêm impondo grandes trasformações ao meio abiente. Na busca de sustentar um consumo de bens insustentável, destruimos a natureza. Não importam as consequências, o homem quer seguir e ter cada vez mais conforto e produtos cada vês mais tecnológicos e, para tanto, precisa extrair da natureza, os insumos necessários.

Mais uma má notícia para nós e para as futuras gerações: 

A redução em 98% do volume do Rio Jordão, que o abastece, e a exploração industrial desenfreada para extrair seus minerais ameaça fazer desaparecer uma formação única no mundo.

Desfrutar da sensação de falta de gravidade produzida quando se flutua na água hipersalina deste balneário natural e untar o corpo com seu oleoso barro será um luxo do qual as próximas gerações não poderão gozar, segundo especialistas.

As águas do Mar Morto diminuem ao vertiginoso ritmo de um metro por ano, o que poderia fazê-lo desaparecer em apenas quatro décadas, afirmam. No entanto, outros defendem que nunca deixará de existir, graças ao fornecimento de água subterrânea, mas será reduzido até ter apenas 30% dos 625 quilômetros quadrados que ocupa agora.

Os grupos de defesa do meio ambiente denunciam que nem Israel, nem a Jordânia, nem a Autoridade Nacional Palestina fazem nada para conservar o local mais baixo do planeta (situado a 416 metros abaixo o nível do mar), famoso por suas propriedades saudáveis e cosméticas e que desfruta de uma radiação solar única e uma densidade de oxigênio maior do que o normal.

"O grande problema do Mar Morto é que não recebe mais quase nada de água do Jordão. Frente aos 1,3 bilhão de metros cúbicos ao ano que recebia nos anos 1950, agora só chegam cerca de 50 milhões", explica Mira Edelstein, porta-voz da ONG Amigos da Terra Oriente Médio. 

Este não é o único mar que está morrendo. O Mar Aral (leia AQUI), segue o mesmo caminho. Os rios que o abastecem, em decorrencia das atividades econômicas, suas águas, quase não chegam. Antes da década de 1960, tinha 62.000 km2 de extensão. Hoje, já perdeu dois terços da sua área de superfície.


 
Ele tinha uma área equivalente à dos estados do Rio de Janeiro e Alagoas juntos. Por séculos, foi um oásis no meio do deserto. Mas agora o mar de Aral, entre o Cazaquistão e o Uzbequistão, hoje, está morrendo, também.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Presidenta Dilma lança 'Minha Casa 2' e promete entregar 2 milhões de casas até 2014

Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Tem um velho ditado que diz: "quem casa... quer casa". Mas nem sempre é assim. A algum tempo atrás, ter casa era um privilégio. A grande maioria da população mais pobre alugava, ou arumava um "terreninho" (irregular) para contruir uma "cazinha".

Com o Governo Lula e o lançamento do programa, Minha Casa Minha Vida, esta realidade, aos poucos vai ficando para o passado. As populações desassistidas e moradores de favelas, áreas de risco, e casas auto-construídas, agora têm a chance e condições de morar em um imóvel regularizado.
Pode parecer pouco para que têm a sua casa. Mas para quem vive em condições precárias, é tudo.

A presidente Dilma Rousseff (leia AQUI) anunciou nesta quinta-feira (16/06), em Brasília, durante cerimônia de lançamento da segunda fase do Minha Casa, Minha Vida, que a nova etapa do programa habitacional ampliará o enfoque na população mais pobre e terá meta de entregar 2 milhões de residências entre 2011 e 2014.

A primeira parte do programa previa, entre 2009 e 2011, a entrega de 1 milhão de residências às famílias com renda de até dez salários mínimos. A meta, pelo menos no papel, foi cumprida.

Agora, a segunda fase prevê investimentos de R$ 125,7 bilhões entre 2011 e 2014, dos quais R$ 72,6 bilhões serão para subsídios e R$ 53,1 bilhões, para financiamento.

“Hoje podemos dar esse tamanho de subsídios e financiamentos porque unificamos todos os programas sociais de habitação do governo federal e os ampliamos na certeza de que é obrigação do governo assegurar, quando ainda há grande desigualdade no país, que camadas da população de mais baixa renda possam ter acesso à moradia”, disse Dilma, em discurso.

Inverno, quem é que gosta dele?

Ficheiro:Earth-lighting-summer-solstice EN.png

O inverno de 2011 terá início durante o "solstício" no dia 21 de junho, terça feira, às 14 horas e 16 minutos, com a duração prevista de 93 dias, 15 horas e 49 minutos.

Mas ao mesmo tempo, em que temos a noite mais longa do ano no hemisfério sul, os diao vão ficando mais longos, e vamos nos afastando da estação fria.

Particularmente, eu não morro de amores pelo inverno. A noite chega mais cedo, temos frio, chuva, gripes. Em fim, um saco. Tem gente que gosta do inverno. Dizem que é mais aconchegante, um bom vinho, lareira, uma comida saborosa, calórica. Mas para estes eu digo: e os que não têm casa, roupa, comida? Não é cruel este tal inverno?

Mas nós somos egoistas e pensamos somente em nós.

Não sou amante do inverno, o suporto. Ainda bem que, a partir do dia 21 de junho, estaremos indo em direção a primavera e, depois, VERÃO.