terça-feira, 7 de junho de 2011

Terra: um planeta vivo... o pessoal já está se incomodando com tanta "vida".

Nuvem de cinzas sobre o vulcão Puyehue, no Chile, se espalhou para o sul da Argentina desde o fim de semana

O planeta está vivo.

Na foto acima, a núvem de poeira do vulcão Puyehue, no Chile, chegou nesta terça-feira à capital argentina, Buenos Aires, e causa transtornos (leia AQUI). Praticamente todas as companhias aéreas que operam nos aeroportos de Ezeiza e Aeroparque decidiram cancelar seus voos até ao menos às 10h30. Ainda agora veio a notícia de que o aeroporto de Carrasco, no Uruguai, também fechou. No Brasil, mais de 40 vôos para estes países foram cancelados.

A poucos dias, foi lá no hemisfério norte, e depois, onde será?

Estes eventos, tidos como "catástrofes naturais", são simplesmente normais no nosso planeta. O grande problema é que, com o expansão das atividades econômicas e ocupação de lugares inapropriados pelo homem e pela sociedade, os transtornos são inevitáveis.

Sempre vemos as tais "catástrofes naturais", de longe. Mas agora é logo alí, bem perto de nós e, as cinzas do Puyehue, podem estár chegando ao Brasil, mais precisamente aqui no Rio Grande do Sul.

Bom, mas agora, o que se pode notar, é que há uma intensificação na frequência das atividades sísmicas na Terra, principalmente próximo ao Círculo de Fogo.

Intrigante,não é?

Fim de linha: Fecha a última fábrica de máquina de escrever mecânica do mundo

Ficheiro:S&g1.jpg





Segundo uma matéria publicada na revista Piauí (leia AQUI), foi encerrada as atividades da última fábrica de máquinas de escrever mecânicas do mundo. A unidade da Godrej & Boyce Manufacturing Company, instalada na cidade de Shirwal, na Índia, já havia sido desativada dois anos antes e transmutada em fábrica de geladeiras. Agora, com o fechamento da unidade de Mumbai, selou o fim da produção destas máquinas. Os colecionadores luditas agora se estapeiam para conseguir comprar as 200 últimas unidades do inventário.

Pois é, o tempo é inxorável e, anda para frente. Não há espaço, a não ser nas prateleiras de colecionadores, para o que fica obsoleto. Com o advento das máquinas elétricas e eletrônicas e, depois, dos teclados dos computadores e, agora, os teclados virtuais, a máquina de escrever mecânica, vira peça de museu.

Muitas outras coisas vão também ir para os museus, As novas tecnologias estão aí para ficar... mas um dia também serão atrigos superados.

Pensem vocês, quanta coisa, boa ou não, foi escrita por estas máguinas ao longo de sua exietência.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Muito bom: Os valores da sociedade "moderna"...

Quino, o cartunista argentino autor da Mafalda, desiludido com o rumo deste século no que diz respeito a valores e educação, deixou impresso no cartum o seu sentimento:

 






E assim caminha a humanidade...

PIB cresce 1,3% em relação ao trimestre anterior e chega a R$ 939,6 bilhões



A economia brasileira, apesar dos que torcem sempre contra, se mostra robusta e com tendência de alta. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas - IBGE (leia AQUI) divulgou hoje que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, cresceu 4,2% no primeiro trimestre de 2011 em relação a igual período de 2010, sendo que o valor adicionado a preços básicos aumentou 3,8%, e os impostos sobre produtos líquidos de subsídios cresceram 6,5%.


Uma  notícia que desestimula os pessimistas de plantão que dão suas "opiniões" diariamente no PIG (Partido da Imprensa Golpista), prevendo o fim do crescimento econômico do Brasil e a volta da inflação.
 
 

quinta-feira, 2 de junho de 2011

UFRGS e PUCRS podem adotar exemplo de cidade coreana para revitalizar Arroio Dilúvio

File:Korea-Seoul-Cheonggyecheon-01.jpg
Rio Cheonggyecheon em Seul depois de renaturalizado. 

Já é corrente em países europeus a renaturalização de cursos d'água, antes canalizados, para o retorno às condições naturais. Não existe benefício algum em se canalizar um rio (leia AQUI). O que se faz é esconder a degradação provocada por nós mesmos. Parece até que, o problema, é o rio.

Um dos projetos de renaturalização mais famosos do mundo vem de Seul, na Coréia. O rio Cheonggyecheon, que corta esta importante cidade, passou por um processo que trouxe de volta à população o seu rio, num projeto urbanístico muito interessante e integrador (leia AQUI).

Pois as duas maiores Universidade do Rio Grande do Sul, querem trazer a experiência para Porto Alegre.

O objetivo da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Pontifícia Universidade Católica (PUCRS) – com instalações na Avenida Ipiranga, margeada pelo Dilúvio – é reproduzir o modelo de revitalização de Seul. (leia AQUI )
O rio corta um pedaço da cidade asiática em uma geografia que remete ao Arroio Dilúvio. A diferença está na água limpa e na urbanização de suas margens, um cenário bem diferente da situação do local no início do século.
Arroio Dilúvio no início do Século XX.

O pró-reitor de Pesquisa da UFRGS, João Edgar Schmidt, e o gestor de Relacionamentos do TecnoPUC, Luis Humberto Villmock, decidiram propor juntos à prefeitura uma parceria para a mudança.

Os corpos técnicos das universidades estarão à disposição para os levantamentos necessários. A ideia já teve o aval do prefeito José Fortunati, que conversou com os dois por telefone.

A Embaixada do Brasil busca dados técnicos com a prefeitura de Seul. O governo do Estado também deu apoio à iniciativa. O Cheonggyecheon foi entregue recuperado em 2002. Suas águas seguem limpas e sua margem permite o acesso da população ao rio.
Se for realmente levado à frente o projeto, os disturbios decorrentes da retificação e canalização do Arroio Dilúvio, daria por encerradas as constantes dragagens para retirada de sedimentos decorrentes da erosão. Fiz meu trabalho de conclusão do Curso de Geografia e, posteriormente, no Mestrado (leia AQUI), sobre uma das nascentes do Arroio Dilúvio, o Arroio Mãe d'Água, na divisa entre Porto Alegre e Viamão, junto ao Campus do Vale da UFRGS.
Arroio Dilúvio hoje, um imenso esgoto a céu aberto.

E sei, se for tocado à frente o projeto, deve ser realizado o saneamento ambiental desde as nascentes que, hoje, estão grandemente impactadas pela expansão urbana e pelos esgotos domésticos. A outra nascente do Dilúvio é o Arroio do Sabão, que nasce no Parque Saint Hilaire, onde foi contruída uma barragem que é utilizada pelo Departamento Municipal de Água e Esgotos de Porto Alegre para abastecimento, mas que, também, sofre com os dejetos lançados em suas águas.

Esta seria uma boa iniciativa para aquelas empresas, como a Pepsi e a Coca-Cola que, atotaram áreas de Porto Alegre, como a Orla do Guaíba e o Parque da Redenção, respectivamente. Pois é muito fácil adotar algo que não dá trabalho. Queria ver estas duas grandes multinacionais financiarem algo que realmente seja relevante para a cidade.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Ibama emite licença para instalação da usina de Belo Monte: Tudo por energia.



Como disse no post a baixo, nossa fome por energia não têm limites. E esta é uma crítica sem ideologia. É a pura realidade. Você, eu, nós todos precisamos, cada vez mais energia. Somos dependentes dela, principalmente nas cidades. A TV, o rádio, o telefone, computador, o transporte, em fim, todo o nosso conforto técnológico. A produção de alimentos, tratamento e fornecimento de água, esgotos... ufa, poderia ficar enumerando por muito tempo todas as nossas coisas dependem de energia.

Pois é, nesse rumo, O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) acaba de emitir a licença de instalação da usina hidrelétrica de Belo Monte (leia AQUI), no rio Xingu, no Pará, segundo informações da assessoria de imprensa do órgão.

Com a licença, as obras das barragens dos sítios Pimental e Belo Monte podem ser iniciadas. Esse é um dos principais projetos do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e alvo de uma intensa disputa entre o governo e grupos ambientalistas.

Pregunta: Você é contra ou a favor da construção da usina de Belo Monte?

Você seria capaz de abdicar do seu conforto tecnológico para que não se construa Belo Monte?

Desligaria seus equipamentos eletro-eletrônicos, de informática?

Pois é uma discussão sem fim... difícil, não é?

Emissões de CO2 batem recorde e ameaçam combate ao aquecimento


É só para constar... Pois não vejo saída viável para solucionar o aumento das emissões de CO² na atmosfera. Já há muito tempo fomos avisados de que estamos no limite onde, no entender dos cientistas, as mudanças são irreversíveis.

Infelizmente, para as gerações futuras, a vida será num planeta devastado. Noss apetite por energia é crescente. Não se desenvolvem projetos que utilizem fontes alternativas, renováveis e ambientalmente sustentáveis. No Brasil, por exemplo, apenas 1% da energia vêm destas fontes.

Então está aqui: "As emissões de CO2 (dióxido de carbono) vindas do setor energético (leia AQUIAQUI) voltaram a bater seu recorde histórico em 2010, dificultando ainda mais os esforços para minimizar o aquecimento global.

A informação é da IEA (Agência Internacional de Energia), que compilou os dados no relatório "Global Energy Outlook".

Segundo a agência, a liberação de gás carbônico na atmosfera no ano passado alcançou a marca de 30,6 gigatoneladas (ou seja, bilhões de toneladas).

Trata-se de um aumento de 5% em relação a 2008, ano recordista anterior, durante o qual as emissões tinham chegado a 29,3 bilhões de toneladas".