segunda-feira, 7 de maio de 2007

Essa é boa , é do Kayser


Tia Yeda de agenda cheia


Mais uma do alcaide "José "gasparzinho" Fogaça, nada escapa!


A Feira Ecológica da José Bonifácio, é agora, a bola da vez do Prefeito José “gasparzinho” Fogaça. Dentro do seu lema “manter o que está bom, mudar o que precisa”, le está fazendo exatamente o inverso. Quer impor “novas” formas de funcionamento a esse já consagrado evento alternativo e de economia solidária, onde os produtos orgânicos, cultivados sem agrotóxicos, são comercializados pelos próprios produtores. O mesmo padrão de tratamento com que trata os camelôs irregulares, com constrangimentos, multas e ameaças de toda a ordem.


O nosso alcaide quer acabar com as conquistas. Nas administrações da Frente Popular em Porto Alegre foi conquistado pelos produtores orgânicos e feirantes (são os mesmos, não há atravessadores nesta atividade) um tratamento-cidadão. Eles foram classificados entre feirantes permanentes e feirantes safristas. Os alvarás eram concedidos de forma coletiva às cooperativas a qual estão filiados. Hoje, a administração Fogaça quer exigir alvará individual e a instituição de licitação pública - nos termos da lei 8666 - para os pretendentes a continuar em atividade na José Bonifácio.


Quer dizer, quer mudar o que está bom, mas lá no centro da cidade, onde os camelôs irregulares vendem uma infinidade de produtos piratas, ninguém incomoda.

Vamos fazer exercícios?


Ontem, aqui em Porto Alegre, fez um dia de verão, mesmo sendo outono. Parece que devemos modificar o calendário. Mas de qualquer forma, mesmo sabendo dos porquês dessa desordem climática, o dia estava excelente. O lago Guaiba estava um espelho, o céu azul com poucas nuvens e um leve brisa.



Como gosto de correr, e quando posso participo das corridas na cidade, ontem participei da etapa de Porto Alegre do Circuito de Corridas da Caixa. Corri bem, para o meu condicionamento é claro, já que não sou, digamos, um atleta de elite. Fiz o percurso de dez quilômetros em 50:26 minutos, uma média boa, sem esforço, tranqüilo. Deu para curtir o trajeto que teve largada na Usina do Gasômetro, e foi até a quadra de ensaios da Escola de Samba Imperadores.



Agora, o que é legal é o “clima” do evento, centenas de atletas de elite e outros como eu, na mesma vontade. Uns em ganhar a corrida e outros (como eu) vencer o seu próprio limite.
Aproveito para recomendar aos leitores que não fiquem somente parados na frente do seu computador, exercício é fundamental para melhorar a nossa qualidade de vida, a nossa saúde.



Claro que não precisa ficar correndo feito louco, cada pessoa terá de buscar a melhor maneira e o melhore tipo de exercício para si. Ah! Não esqueçam de consultar um médico antes de iniciar uma atividade física mais intensa.

sexta-feira, 4 de maio de 2007

Acordos ou conchavos?


Para não destoar do novo jeito de governar da Rainhas das Pantalhas, a tia Yeda, a última crise deste governico está acabando. Claro que com desfecho favorável, não ao povo e ao Estado, mas apara as papeleiras. A nossa governadora acabou de jogar no lixo o “famigerado” Zoneamento mbiental que tinha como meta, ordenar o plantio dos desertos verdes aqui no pago.
Segundo a ZH, um acordo entre todos, abrandou e agradou as empresas e o governo. Tudo na santa paz. Agora, as papeleiras podem iniciar o plantio dos pinus e eucaliptos Rio Grande a fora.


A esquizofrenia governamental é insólita, primeiro manda fazer o zoneamento, depois manda desfazer o zoneamento. Tudo em nome do racionalismo econômico, dane-se o meio ambiente.
Mais adiante vou aqui escrever sobre o porquê dessas empresas virem instalar-se nos países mais pobres, como os da América do Sul. Uma coisa posso lhes adiantar, a intenção delas não é ajudar-nos.


Veremos onde isso irá nos levar.

quarta-feira, 2 de maio de 2007

O descaso com a educação:


A mídia chapa branca faz de tudo para maquiar as (des)ações do (des)governo da tia Yeda. A ocupação da ante-sala da Secretaria da Educação, por dirigentes do Cepers, foi tratada simplesmente como mais uma notícia, aquelas de rodapé. Não se deram ao trabalho de explicar os motivos do por quê do ato. Segundo a Secretária da Educação, não há motivos para essa invasão “eles (os professores), que preocupem-se em dar aula”. Mas de que jeito?


Olhem, eu estou fazendo um estágio em uma escola pública estadual da capital (não vou revelar qual), mas é no bairro Petrópolis, portanto é central. E eu sou testemunha do descaso com a educação desse (des)governo. Não existe direção, ela está lá, mas não tem o que fazer. As salas estão todas pixadas, lixeiras destruídas, faltam professores (isso todos sabem), o horário é constantemente modificado para “acomodar” a disponibilidade dos que lá estão. Não existe apoio pedagógico.


Me lembro das promessas da tia Yeda na campanha, mas o que nos parece é que está sendo tudo feito ao contrário. E o pior é que a imprensa, tenta sempre maquiar os problemas. Vocês arriscam um palpite do por quê? São os “interésses”, como dizia o Brizola.

O novo jeito de privatizar


Levando em conta que o Estado não privatizar a segurança do Rio Grande do Sul (ia pegar mal), a tia Yeda resolveu federalizar essa tarefa, genuinamente, de sua responsabilidade. Depois da meteórica passagem do secretário Enio “arrebenta-bate e prende” Bacci, a Rainha das Pantalhas chamou para o cargo o delegado da Polícia Federal, José Francisco Mallmann. Não contente, agora ela, com a maior cara de pau, em encontro com o Ministro da Justiça, Tarso Genro, quer também que o Governo Lula pague a conta dos investimentos que são de responsabilidade do Estado.


Foi apresentado um pacote com 66 projetos, totalizando investimentos na casa dos R$ 262 milhões. Os projetos estão relacionados à assistência em saúde mental, construção de presídios, construção de novos prédios para o Instituto Geral de Perícias (IGP), reaparelhamento das polícias, reforma de um helicóptero da Brigada Militar, formação de bombeiros mirins, ampliação do sistema de comunicação, construção e reforma de prédios da polícia. A contrapartida do Estado seria de R$ 52 milhões. Quer dizer ela quer TUDO e mais um pouco.


Esse é o novo jeito de privatizar, e é assim que será o (des)governo da tia Yeda.